Seja bem vindo ao Gyllenhaalics, um blog totalmente dedicado ao ator Jake Gyllenhaal, que é conhecido por grandes filmes como Donnie Darko, Soldado Anônimo, O Segredo de Brokeback Mountain, Zodíaco, O Abutre e muitos outros. Obrigado pela visita e aproveite!

Um dos melhores corpos do verão

Jake Gyllenhaal está em oitava lugar na lista de melhores corpos masculinos do verão 2010 realizada pela revista Men's Health:



A foto acima, tirada em 07 de agosto do ano passado, é a mais recente de Jake Gyllenhaal na praia de Martha's Vineyard.

Para ver a lista completa: Men's Health


Entre Irmãos nas locadoras

Daniel, um dos nossos moderadores no orkut, nos avisou que Entre Irmãos já está nas locadoras. Ele tirou duas fotos do cartaz do filme:




Na última foto, há um trecho de uma crítica que diz que esta é a melhor atuação de Jake Gyllenhaal no cinema. Essa crítica foi publicada no Diário de São Paulo na época do lançamento do filme nos cinemas brasileiros:


Entre Irmãos



ANA PAULA ALFANO
ana.alfano@diariosp.com.br

“Entre Irmãos”, novo filme do diretor irlandês Jim Sheridan (de “Em Nome do Pai”, 1993), coloca mais uma vez as relações familiares no centro da trama. Sam (Tobey Maguire) é capitão do exército americano, marido amoroso da líder de torcida dos tempos do colégio (Natalie Portman), pai exemplar de duas lindas meninas e orgulho do pai, um ex-militar (Sam Shepard). Ele é o oposto do ovelha negra da casa, o caçula Tommy (Jake Gyllenhaal), que acaba de sair da prisão.

A situação muda quando Sam parte para uma missão no Afeganistão e o helicóptero onde está é abatido e ele é dado como morto. Não morre de fato, acaba capturado e torturado por homens do Talibã. Enquanto isso, nos Estados Unidos, seu irmão Tommy se sente na obrigação de amparar as sobrinhas e, claro, a viúva. Vira um cara amoroso, carinhoso, que faz de tudo para vê-las felizes. Jake Gyllenhaal está tão bem no papel (é de longe a melhor atuação) que fica difícil não torcer para Sam morrer de vez mesmo, deixando sua mulher em melhor companhia.

Quando o soldado é encontrado e volta para casa, nada mais é como era antes. Ele, inclusive. Destruído emocionalmente por causa de tudo o que viveu para sobreviver, pira ao imaginar o que pode ter acontecido entre sua mulher e o irmão. A ferida onde o filme quer tocar é que ninguém é inteiramente herói, nem vilão. Tudo depende das circunstâncias, dos caminhos que a vida toma e de quem está por perto.


Fonte: Diário de São Paulo

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